Valentino Rossi teve sua última vitória no MotoGP, em 2010, na Malásia, pilotando uma Yamaha. Hoje, de Ducati, ocupa a oitava posição da competição, com 82 pontos, 123 atrás do líder Jorge Lorenzo, da Yamaha. Não pensando em aposentadoria, mesmo com uma proposta financeira melhor da marca italiana, ele admite que não desconsidera uma troca de equipe e deve anunciar seu destino nos próximos dias, antes da etapa de Indianapolis, em 19 de agosto.

Rossi corre pela Ducati desde o ano passado como líder da equipe. Mas, nas duas temporadas a Ducati parece não ter conseguido entregar uma motocicleta que acompanhe o piloto. Das 28 corridas que participou com a bandeira da marca italiana, conseguiu apenas dois pódios.

Valentino é heptacampeão mundial, ganhou quatro dos sete títulos pela Yamaha e nas próximas semanas vai enfrentar um grande dilema: dá mais uma chance para a Ducati e seu rentável contrato ou deixa seu lado competitivo falar mais alto, diminui o salário e volta para a Yamaha? Se fosse para escolhermos por ele, provavelmente, a paixão pelo motociclismo iria falar mais alto e a Yamaha seria a escolha.